sábado, 19 de junho de 2010

ALTERAÇÁO DA DATA DE EXAMES


Prezados(as) Alunos(as),

Em razão do não lançamento da nota da PII, os exames agendados para os dias 21/06/10, 22/06/10 e 23/06/10,
foram transferidos para os dias 28/06/10, 29/06/10 e 30/06/10.


Desde já agradeço,


Profª Dra. Maura Roberti


Coordenadora Auxiliar do Curso de Direito

ALTERAÇÁO DA DATA DE EXAMES




Prezados(as) Alunos(as),


Em razão do não lançamento da nota da PII, os exames agendados para os dias


21/06/10, 22/06/10 e 23/06/10, foram transferidos para os dias 28/06/10,


29/06/10 e 30/06/10.



Desde já agradeço,
Profª Dra. Maura Roberti


Coordenadora Auxiliar do Curso de Direito

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segunda-feira, 24 de maio de 2010

sexta-feira, 21 de maio de 2010



19/05/2010 - 08h00


DECISÃO

Decisão judicial pode assegurar direitos fundamentais que acarretem gastos orçamentários

Em decisão unânime, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) reconheceu a possibilidade de determinação judicial assegurar a efetivação de direitos fundamentais, mesmo que impliquem custos ao orçamento do Executivo. A questão teve origem em ação civil pública do Ministério Público de Santa Catarina, para que o município de Criciúma garantisse o direito constitucional de crianças de zero a seis anos de idade serem atendidas em creches e pré-escolas. O recurso ao STJ foi impetrado pelo município catarinense contra decisão do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).



O TJSC entendeu que o referido direito, reproduzido no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), é um dever do Estado, sendo o direito subjetivo garantido ao menor. Ele assegura a todas as crianças, nas condições previstas pela lei, a possibilidade de exigi-lo em juízo, o que respaldou a ação civil proposta pelo MP estadual, devido à homogeneidade e transindividualidade do direito em foco.



Ainda de acordo com a decisão do TJSC, a determinação judicial do dever pelo Estado não caracteriza ingerência do Judiciário na esfera administrativa. A atividade desse dever é vinculada ao administrador, uma vez que se trata de direitos consagrados. Cabe ao Judiciário, por fim, torná-lo realidade, mesmo que para isso resulte obrigação de fazer, podendo repercutir na esfera orçamentária.



No recurso, o município de Criciúma alegou violação a artigos de lei que estabelecem as diretrizes e bases da educação nacional, bem como o princípio da separação dos Poderes e a regra que veda o início de programas ou projetos não incluídos na Lei Orçamentária Anual (LOA). Sustentou também que as políticas sociais e econômicas condicionam a forma com que o Estado deve garantir o direito à educação infantil.



Em seu voto, o ministro relator, Humberto Martins, ressaltou que a insuficiência de recursos orçamentários não pode ser considerada uma mera falácia. Para o ministro, a tese da reserva do possível – a qual se assenta na ideia de que a obrigação do impossível não pode ser exigida – é questão intimamente vinculada ao problema da escassez de recurso, resultando em um processo de escolha para o administrador. Porém, a realização dos direitos fundamentais, entre os quais se encontra o direito à educação, não pode ser limitada em razão da escassez orçamentária. O ministro sustentou que os referidos direitos não resultam de um juízo discricionário, ou seja, independem de vontade política.



O relator reconheceu que a real falta de recursos deve ser demonstrada pelo poder público, não se admitindo a utilização da tese como desculpa genérica para a omissão estatal na efetivação dos direitos fundamentais, tendo o pleito do MP base legal, portanto. No entanto, o ministro fez uma ressalva para os casos em que a alocação dos recursos no atendimento do mínimo existencial – o que não se resume no mínimo para a vida – é impossibilitada pela falta de orçamento, o que impossibilita o Poder Judiciário de se imiscuir nos planos governamentais. Nesses casos, a escassez não seria fruto da escolha de atividades prioritárias, mas sim da real insuficiência orçamentária.




quinta-feira, 20 de maio de 2010

Doutora Maura Roberti - Coordenadora do Núcleo Sorocaba da Escola Superior de Advocacia

AMIGOS, ASSISTAM, ISTO PODE AJUDAR E MUITO

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E DEPOIS ESTE

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ESPERO QUE AJUDE!!!!!!!!!!!!!!!!

Atenção




Mais exercicios de Direito Civil

1 - Podem os ascendentes vender e doar aos seus descendentes? Justifique.

2 - Faça a distinção entre retrovenda e pacto de preferência. Explique e exemplifique.

3 - Um fazendeiro compra um trator de uma firma, ficando pactuado, porém, que a venda só considerar-se-á perfeita se, num prazo determinado, ficar constatado que a máquina lhe satisfaz, sendo a mesma imediatamente entregue ao comprador, para experimentação. Pergunta-se:

Pergunta-se:

a) Qual é a cláusula adjecta a que está subordinada a compra e venda e qual é o caráter da condição nela inserida? Explique e indique o fundamento legal.

b) Referida cláusula confere direito real? Por que? Fundamente.

c) O comprador responsabiliza-se, desde logo, pelos riscos que pesam sobre o objeto? Por que? Fundamente.

4 - “A” comprometeu-se a vender a “B” um terreno urbano loteado, para ser pago em 36 prestações mensais. A Promessa de Compra e Venda, com cláusula de arrependimento foi feita por instrumento público, devidamente registrado no C.R.I.. Tendo “B” pago o preço total, requer que “A” lhe outorgue a escritura definitiva, a que “A” se recusa, pois já vendeu e outorgou a escritura definitiva a “C”, que, sabendo da promessa de Compra e Venda, existente entre “A” e “B”, adiantou-se pagando à vista o bem, haja vista que tinha grande interesse em adquirir aquele terreno. Pergunta-se: quais os direitos que tem “B” a reivindicar e face a quem são oponíveis? Explique e indique o fundamento legal.

5 - A construtora A, em 01/03/1997, vendeu imóvel à pessoa física B pelo preço de R$ 100.000,00, para ser pago em cinqüenta prestações mensais e sucessivas de R$ 2.000,00. Estipulou-se, como cláusula penal, que a rescisão do contrato por mora de B ensejaria a perda de todas as prestações pagas. Como B só pagou as prestações devidas até 01/10/98, rescindiu-se o contrato e devolveu-se o imóvel a A . Essa cláusula penal é:
a) válida e eficaz;
b) válida e ineficaz;
c) inválida e eficaz;
d) inválida e ineficaz;
e) írrita, mas obriga os contratantes.

6 - “A”, não querendo perder um imóvel de sua propriedade, ante o fato de se encontrar em dificuldade financeira transitória, vende-o a “B”, sob a condição de recobrá-lo no prazo de dois anos contados da venda, mediante restituição do preço e de todos os dispêndios feitos pelo comprador.
Pergunta-se:
a) Qual é a cláusula adjecta a que está subordinada a compra e venda e qual é o caráter da condição nela inserida? Explique e indique o fundamento legal.
b) Referida cláusula confere direito real? Por que? Fundamente.
c) O comprador responsabiliza-se, desde logo, pelos riscos que pesam sobre o objeto? Por que? Fundamente.

7 - O pacto comissório é:

a) cláusula contratual pela qual um dos contratantes nomeia pessoa para representá-lo na assinatura de escrituras ou atos de transferência de domínio.
b) cláusula contratual pela qual, não se pagando o preço até certo dia, fica facultado ao vendedor desfazer o contrato ou pedir o pagamento do preço.
c) forma de extinção das obrigações, pela qual o credor cede o seu crédito a terceiros, transferindo-lhes os direitos dele decorrentes, com a anuência do devedor.
d) acordo entre os diversos credores de comerciante em concordata, pelo qual o comissário assume a direção da concordatária e pactua o pagamento proporcional dos créditos privilegiados e dos quirográficos.

8 - No contrato de compra e venda a prazo, é considerada nula a estipulação no sentido de:
a) fixar o preço de acordo com a cotação do bem em determinada bolsa, na data do vencimento.
b) delegar a fixação do preço ao arbítrio de terceiro, reputando-se desfeito o contrato no caso de este não aceitar a incumbência.
c) reservar ao vendedor a prerrogativa de suspender a entrega da coisa, no caso de o comprador tornar-se insolvente antes da tradição, a despeito do prazo ajustado para pagamento.
d) reservar exclusivamente ao vendedor a prerrogativa de fixação do preço, na data do vencimento.

9 - Assinale a alternativa correta:

a) Na venda “ad corpus”, uma vez verificado que a área não corresponde às dimensões dadas, o comprador poderá, desde logo, reclamar a rescisão do contrato ou o abatimento proporcional do preço.
b) A “venda por amostra” não é venda condicional, uma vez que o vendedor garante ao comprador que a mercadoria alienada tem as qualidades da amostra apresentada.
c) Na venda “ad corpus”, uma vez verificado que a área não corresponde às dimensões dadas, o comprador poderá, desde logo, exigir o complemento da área e, não sendo isso possível, o de reclamar a rescisão do contrato ou abatimento proporcional do preço.
d) Na venda de imóvel como coisa certa e discriminada, na qual foi apenas enunciativa a referência às suas dimensões, verificando-se que a área não corresponde às dimensões enunciadas, o comprador não poderá exigir o complemento da área, mas poderá requerer a rescisão do contrato ou abatimento proporcional do preço.

10 - "A" compra de "B" a sua próxima colheita de café, estabelecendo o preço determinado de R$ 100.000,00 qualquer que seja a quantidade colhida, pagando à vista e antecipadamente o total do preço. Ocorre, porém, que em razão de uma forte geada, a quantidade do café colhido é muito inferior à calculada e esperado por "A".

a. "B" nada terá de restituir a "A", vez que se trata de "emptio rei speratae";
b. "B" nada terá de restituir a "A", vez que se trata de "emptio spei";
c. "B" terá de restituir a "A" a parte do preço correspondente à diminuição da colheita, levando-se em conta o que fôra previsto ou o que era esperado;
d. "B" nada terá de restituir a "A". vez que a diminuição da quantidade ocorreu por força maior;
e. nenhuma das anteriores.

11 - Ajustado que se desfaça a venda, não se pagando o preço até certo dia, poderá o vendedor, não pago, desfazer o contrato ou pedir o preço. Essa cláusula especial à compra e venda é denominada:

(A) preempção;
(B) venda a contento;
(C) retrovenda;
(D) pacto comissório.